TAEs da UFPA decidem manter greve e cobram publicação imediata do decreto do RSC
- sindtifes
- 11 de jun.
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A Assembleia de Greve da categoria técnica-administrativa da UFPA, realizada nesta quinta-feira (11), deliberou pela manutenção da greve, bem como aprovou uma resolução pela intensificação das mobilizações e a pressão para que a Casa Civil publique imediatamente o decreto do RSC, sem alterações; Por cobrar do FORGEPE o início imediato da concessão da aceleração por capacitação para as pessoas aposentadas; Por exigir do MEC um cronograma de reuniões para os GT'S acordados entre FASUBRA e MEC; e por avaliar a continuidade ou suspensão do movimento de greve após o atendimento dessas questões acima colocada.
A decisão foi tomada diante da ausência de uma negociação efetiva por parte do governo federal, dos cortes no orçamento da educação, da demora na publicação do decreto do RSC e do descumprimento de pontos do acordo firmado com a categoria.
Entre os encaminhamentos aprovados estão o fortalecimento da articulação com estudantes e docentes da UFPA, a participação em futuras mobilizações nacionais em Brasília, a construção de ações conjuntas com o Sinasefe e a defesa da publicação imediata do decreto do RSC sem novas alterações.
Durante a assembleia, também foi eleita a companheira Katia Rosangela Tavares de Souza para compor o Comando Nacional de Greve (CNG), reforçando a representação do Pará na luta nacional das e dos técnico-administrativos em educação.
Seguimos mobilizados em defesa da educação pública, dos direitos da categoria e do cumprimento integral do acordo de greve.
Confira a resolução completa:
Considerando:
1. Que a greve dos Técnico-Administrativos em Educação já chegou ao dia 109;
2. Que houve um avanço pontual e importante em relação à pauta da aceleração dos aposentados e a sinalização de constituição de Grupos de Trabalho com o MEC para tratar das demais pautas da greve;
3. Que o atraso na publicação do decreto de regulamentação do RSC têm frustrado a categoria que conquistou esse direito na greve de 2024;
4. Que o baixo nível de mobilização e participação da categoria nas atividades de greve indica um certo esgotamento do atual movimento paredista;
A assembleia geral do sindtifes resolve:
1. Intensificar as mobilizações e a pressão para que a Casa Civil publique imediatamente o decreto do RSC, sem alterações;
2. Cobrar do FORGEPE o início imediato da concessão da aceleração por capacitação para as pessoas aposentadas;
3. Exigir do MEC um cronograma de reuniões para os GT'S acordados entre FASUBRA e MEC;
4. Avaliar a continuidade ou suspensão do movimento de greve após o atendimento dessas questões acima colocada.




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