Assembleia geral aprova prestação de contas da coordenação geral do Sindtifes

 

Com 19 votos e uma abstenção, a primeira assembleia geral do ano aprovou a prestação de contas do Sindtifes, referente aos anos 2018, 2019 e 2020. Ao todo, participaram da assembleia 20 trabalhadores e trabalhadoras filiados ao Sindtifes. Foram debatidos temas como a administração financeira da entidade nas últimas gestões, as dificuldades trazidas pela pandemia e os desafios colocados para este ano, como o enfrentamento aos ataques do governo federal, que tem dificultado novas filiações.


Um dos principais pontos destacados pela coordenação geral do sindicato foi a quitação de uma dívida história do Sindtifes, originada entre 1996 a 2010, em razão das direções no período não terem recolhido os encargos trabalhistas dos funcionários. O valor total da dívida era de R$689.500,00 (valor principal), tendo sido parcelada em 120 vezes, por 10 anos, no valor de R$ 8.670,00 mais juros). A última parcela do total foi paga no último mês de janeiro.


Outro custo que chamou atenção dos participantes diz respeito aos pagamentos de indenização de três funcionários aposentados, no valor total de R$ 130.515, 41. “A saber, entre outubro de 2019 e abril de 2010 foi paga a indenização do operador de caixa da sede campestre, no valor total de R$ 55.670,87; em agosto de 2020, pagou-se a indenização de uma trabalhadora de serviços gerais do escritório da UFPA, no valor total de R$ 19.517,56; e entre janeiro e março de 2021 quitou-se a indenização de outro trabalhador de serviços gerais do escritório da UFPA, no valor total de R$ 55.326,98”, informou a coordenação.


Taís Ranieri e Marcos Soares, da coordenação geral do Sindtifes, parabenizaram os esforços do Conselho fiscal e da Coordenação de Finanças, representados pelos técnicos Paulo Moraes Costa e Adriano Tenório. Por fim, foi anunciado que em breve será anunciada nova assembleia geral sobre o balanço político da entidade nas últimas gestões, assim como outra para tratar do processo eleitoral, já que em março termina o tempo estatutário da Gestão Autonomia e Luta.

 

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