Paralisação nacional mobiliza técnicos e professores em Belém

A coordenação geral do Sindtifes e servidores das Universidades Rural e Federal do Pará, fecharam os portões na manhã desta quinta-feira, 7, para protestar contra à emenda 95, que determina um teto para os gastos públicos. No caso dos técnicos em educação, a reposição de perdas salariais foi também uma pauta central. Em Belém, a mobilização começou às 6h em frente das universidades, mas depois seguiu para a praça da República, às 10h.

 

Moacir Miranda, coordenador do Sindtifes, afirmou que os trabalhadores estão na luta pela negociação da campanha salarial de 2018. O objetivo do movimento é a reposição de 25,63%, que é negado pelo governo ilegítimo de Michel Temer. “Estamos, também, lutando por mais concursos públicos. E que as pessoas que fizeram e passaram, sejam logo empossadas para viabilizar os serviços dentro das universidades”, disse Moacir.

 

A coordenadora geral do sindicato, Taís Ranieri, considerou o ato importante para o fortalecimento da unidade dos trabalhadores. “Precisamos parabenizar a todas e todos que vieram aqui hoje, pois nós não podemos deixar de ir às ruas pedir o fim dessa emenda 95. Revogar essa emenda é essencial para que o país continue sobrevivendo”, afirmou.


Brasil

No dia 29 de maio, foi realizada a reunião do Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) em Brasília, com a presença de entidades da categoria para discutir os rumos das lutas para o próximo período.

 

Para Saulo Arcangeli, representante da central sindical CSP-Conlutas na reunião, é necessário incorporar à luta da categoria de servidores públicos, em todas as atividades, as ações importantes do último período, como as greves de caminhoneiros, petroleiros, rodoviários e professores, por exemplo.

 

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