Assédio moral e sexual são temas de protesto e reunião na UFPA

A Universidade Federal do Pará (UFPA) foi palco de denúncias de assédio sexual na última semana. Um professor da instituição, de acordo com o portal Diário online, foi acusado de abusar sexualmente de duas estudantes. Em sinal de revolta, placas contra assédio foram colocadas em frente ao prédio da Reitoria. O Sindtifes é solidário às vítimas e tem se manifestado, por meio de sua coordenação, contra todos os tipos de assédio. Em especial, contra o assédio moral.


No dia 2 de abril, durante a primeira reunião com o reitor da UFPA, Emmanuel Tourinho, a coordenação geral do Sindtifes tratou, dentre outros temas, de assédio moral. Questionado sobre o assunto, o reitor informou que a proposta de resolução da universidade, que institucionaliza uma política de combate ao problema, está em fase de elaboração pela Assessoria de Diversidade e Inclusão, coordenada pela Drª. Zélia Amador. O sindicato entrará em contato com a Assessoria a fim de apresentar sugestões e contribuições para a política.


Confira algumas situações que podem identificar um trabalhador que está sendo assediado:

Isolado dos demais colegas; impedido de se expressar sem justificativa; fragilizado, ridicularizado e menosprezado na frente dos colegas; chamado de incapaz, torna-se emocionalmente e profissionalmente abalado, o que leva a perder a autoconfiança e o interesse pelo trabalho; propenso a doenças; forçado a pedir demissão.

Situações que podem identificar o agressor:

Se comporta através de gestos e condutas abusivas e constrangedoras; procura inferiorizar, amedrontar, menosprezar, difamar, ironizar, dar risinhos; faz brincadeiras de mau gosto; não cumprimenta e é indiferente à presença do outro; Solicita execução de tarefas sem sentido e que jamais serão utilizadas; Controla (com exagero) o tempo de idas ao banheiro; Impõe horários absurdos de almoço.

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