Sex, 08 de Abril de 2022 11:38

Ato em Belém ocorrerá a partir das 9h, na Escadinha da Estação das Docas!

 

Tá tudo caro! A política de preços dos combustíveis aplicada por Bolsonaro/Guedes, ligada ao dólar, faz com que estejamos pagando quase R$ 8 na gasolina. O gás de cozinha já passa dos R$ 150. Os alimentos sofreram uma alta gigantesca. Os transportes também aumentaram.

Os serviços públicos estão à míngua. As universidades perderam R$ 2 bilhões de 2021 para 2022. Faltam condições de trabalho. Aumentou o preço do RU. Surgem greves no setor público e privado em defesa de reajuste salarial e por mais verbas para os serviços públicos.

Precisamos que a CUT, CTB, Fasubra, Andes, Sinasefe, Condsef e conjunto do Fonasefe construam uma jornada nacional de lutas, unificando as greves em curso, para conquistar os reajustes salariais, abaixar o preço dos combustíveis e dos alimentos e derrotar Bolsonaro já. Não podemos esperar as eleições para lutarmos por mudanças concretas.

 

O país tem dinheiro: tirar dos bancos e bilionários e dar para a classe trabalhadora, serviços e servidores públicos!

 

Bolsonaro diz que não há dinheiro para os serviços públicos e para recompor as perdas inflacionárias dos nossos salários. No entanto, no orçamento de 2022 há reservado para a dívida pública R$ 2,4 trilhões, ou cerca de 56% do orçamento. Os que recebem esse dinheiro são banqueiros e grandes empresários locais. No Brasil, o número de bilionários cresceu 44% - de 45, em 2020, para 65, em 2021.

O dinheiro do nosso reajuste salarial de 19,99% e as verbas para os serviços públicos devem sair da dívida pública e da taxação das fortunas dos bilionários.

 

Todo apoio à greve do INSS, Banco Central, Ministério do Trabalho e Previdência, UFSC, UFJF e UNIFESP. A Fasubra, os docentes e os IFs precisam aderir à greve.

 

Em reunião no dia 01 de abril, o governo disse que não tem dinheiro para a recomposição das nossas perdas salariais. Sabemos que é mentira. Tem dinheiro pra banqueiro, para pastor amigo do governo, para orçamento secreto, pro fundão eleitoral. Queremos a nossa recomposição garantida por direito. Nesse momento, servidores (as) federais do INSS, Banco Central, MTP e TAEs da UFSC, UFJF e UNIFESP estão em greve.

O SINDTIFES-PA cobra da direção da Fasubra uma plenária nacional de emergência para orientar a base a entrar na greve. Cobramos também do Andes, do Sinasefe (IFs) e da Co ndsef que possamos entrar já nessa greve pelo nosso reajuste salarial. Não temos tempo a perder. Baixe aqui o panfleto e distribua.

Direção do Sindtifes-PA- 07/04/2022.

 

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